Já chegaram a falar que sou muito criativo; mas também já falaram que sou muito estranho. Posso tanto concordar com a 1ª. afirmação como dela discordar; assim como posso concordar ou não com a 2ª.; pois não falo bem de mim para agradar nem mal de mim para me safar.
Eu diria que sou tão inusitado que posso ser o que os outros não querem ou não ser o que querem; mas sou eu próprio; não uma poeira cinzenta (se alguém aqui for bom em metáfora).
Pois bem: na 84ª. letra (e 1ª, letra Trágica), quis mostrar (ainda que por um repentinho impulso) que como eu, a vida pode ser o que não queremos ou não ser o que queremos.
Também nem sei o que outros podem achar de mim por criar uns gêneros musicais tão estranhos e inovadores ao mesmo tempo; mas caso me odeiem por isto, não deixarei de ser eu próprio (Risos!)!
E a própria Arte em si pode ser bem macabra e sorrateira!
Minhas letras completas, trechos incompletos e outras composições: http://Albert-e-einstein-e-cia.nireblog.com/post/2009/03/27/listagem-de-minhas-letras

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