Pergunte a você mesmo:
Das mudanças que programei em minha vida, nos últimos 12 meses, quantas consegui realmente
fazer acontecer? Acredito que, para um expressivo número de pessoas, a resposta ficará
com nota baixa; poucas mudanças aconteceram realmente.
Tenho certeza de que a grande maioria delas já poderia ter acontecido ou estar acontecendo,
mas ficaram arquivadas na pasta de "fazer acontecer", ou no armário de "coisas a serem
realizadas um dia".
Pense bem, é a sua vida, é a sua história, é o seu eco, é a sua biografia! E quem está
escrevendo o texto é você, com os pensamentos que cultiva, com as palavras que pronuncia,
com as crenças que conduz a cada passo de sua jornada.
Assim, se você chegou a um ponto em que deseja mais da vida ou, realmente, quer mudar seu
modo de ser, primeiro examine sua atitude.
Que atitude você transmite às pessoas com quem convive, sejam familiares, amigos, colegas
de trabalho? Qual a provável imagem que cada um deles tem a seu respeito? Você tem tido,
com certa constância, problemas de relacionamento com estas pessoas? Se, porventura, a resposta
for positiva, aconselhamos , com urgência, uma verificação de sua atitude.
Você não tem como controlar as pessoas, sejam elas quem forem, mas a sua atitude você pode e
deve controlar. Onde você é forte e pode mexer e mudar as coisas de posição tranqüilamente, é
dentro de você. Mas, embora seja e aconteça dentro de você, no mundo secreto dos pensamentos,
sai por cada poro de sua pele e é sentido por cada pessoa do seu relacionamento.
Já passou o tempo de se acreditar que "eu planejo minha vida para as outras pessoas executarem".
Cuidado! Se pensa assim, você é do time que ainda acredita que deve agir no nível dos neurônios,
enquanto aos outros cabe agir no nível muscular. Mas lembramos que não há nenhuma
incompatibilidade impedindo músculos e neurônios de trabalharem juntos.
(Autoria desconhecida)